"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Caso UnI: Juíza ameaçada com bomba e rapto

O juiz desembargador Nuno Machado Sampaio, coordenador distrital de Lisboa do Centro de Estudos Judiciários, afirmou ontem no Tribunal de Monsanto, em Lisboa, que a juíza Isabel Pinto Magalhães, ex-mulher de Rui Verde, vivia com medo de ameaças de bomba e rapto, alegadamente feitas por Amadeu Lima de Carvalho.

Ouvido como testemunha no julgamento do caso da Universidade Independente (UnI), que envolve 23 arguidos – entre os quais Rui Verde, Lima de Carvalho e Luíz Arouca – Nuno Machado Sampaio, amigo e confidente da juíza, recordou os desabafos de Isabel Pinto Magalhães que lhe dava conta das conversas com Amadeu Lima de Carvalho, nas quais reclamava o pagamento de milhões de euros de dívidas contraídas pelo ex-marido.

Estava em estado de choque. Dizia que o marido tinha de pagar milhões de euros, reclamados por um grupo de angolanos por créditos transmitidos por Amadeu Lima de Carvalho”, testemunhou na sessão de ontem.

Questionado pelo colectivo de juízes, presidido por Ana Peres, se tinha conhecimento da existência de ameaças físicas, Nuno Machado Sampaio referiu o nome de Amadeu Lima de Carvalho.

Fonte

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Arguido chama “vaca” a juíza


Quando ouviu a condenação a seis anos de prisão, pela prática de 17 crimes, Joaquim Miguel Borges, de 21 anos, dirigiu-se à juíza do Tribunal de Benavente, com palavras ofensivas como "vaca" e "p...". A leitura do acórdão decorreu sexta-feira e o arguido exaltou-se quando se apercebeu de que ia para a cadeia, ao contrário do que esperava.

No final da audiência, levantou-se do banco dos réus e, aos gritos, dirigiu as palavras ofensas à juíza-presidente do colectivo. Joaquim Miguel Borges, que estava em prisão preventiva, ainda tentou saltar o gradeamento de madeira e avançar para os juízes e procurador do MP, mas foi impedido pelos guardas prisionais, segundo ‘O Mirante’, que testemunhou os factos.

No final do incidente, a juíza--presidente proferiu um despacho em que ordena a extracção de uma certidão sobre os acontecimentos e seu envio para o MP, para instauração de um processo contra o arguido.

O jovem estava acusado de crimes de roubo, furto, injúrias, coacção sobre agente da autoridade e condução perigosa, entre outros. A soma das penas dava 15 anos de prisão, reduzidos a seis em cúmulo jurídico.

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