"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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sábado, 15 de outubro de 2011

Passos diz que funcionários públicos ganham mais 10 a 15% que trabalhadores do privado

Pedro Passos Coelho justificou hoje o corte de subsídios na função pública alegando que estes trabalhadores ganham, em média, mais 10 a 15 por cento que os do privado.

No encerramento da reunião dos autarcas social-democratas, que decorreu em Leiria, o primeiro-ministro afirmou ainda que cortar nos salários do privado não resolveria o problema orçamental do país, já que não é o Estado que paga estes salários.

Passos Coelho voltou a traçar um cenário negro da situação portuguesa, afirmando mesmo que “não é possível pagar salários hoje” se o país não tratar “de reduzir a despesa”.

O líder do Executivo afirmou ainda que nunca viu “nenhuma sociedade crescer endividando-se a níveis insustentáveis” e acrescentou que “quando pedimos dinheiro ao exterior não é para negociar aquilo que foi emprestado”, mas sim “para cumprir as condições”. “Quando pedimos dinheiro ao exterior temos de mostrar que sabemos cumprir.”

Fazer de Portugal um caso de sucesso. Fazer de Portugal um caso de fracasso depende do Governo e dos portugueses. Isso não acontecerá”, acrescentou.

Passos acrescentou ainda que o esforço cabe a todos os portugueses, que tem de ser feito no dia-a-dia e o que o pior que pode acontecer é as pessoas apontarem o dedo umas às outras. “É um caminho difícil, mas vamos ter de o fazer juntos”, salientou.

Passos elogiou as autarquias por terem sido as primeiras a fazer cortes, mas lembrou que o esforço deve também ser feito pelas regiões autónomas e empresas públicas.

Também hoje, em declarações ao semanário “Expresso” afirmou não sentir que tenha de “pedir desculpas aos portugueses” pelas medidas de austeridade que anunciou e que passam por diversos aumentos de impostos e cortes nos salários e pensões da função pública.

Fonte


Por estas e por outras que o Estado deveria ser o mais limitado possível, mas como sabemos, os governos europeus e o actual governo americano querem um Estado omnipresente em todas as esferas da vida pública (e privada).

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Empresas do Estado acumularam prejuízos de 500 milhões em 2010

As perdas acumuladas do Sector Empresarial do Estado alcançaram 500 milhões de euros em 2010, excluindo o Metro de Lisboa e o Centro Hospitalar do Porto, revela um estudo apresentado hoje.

Este valor compara com os prejuízos globais de 200 milhões de euros em 2009.

A primeira edição do “Anuário do Sector Empresarial do Estado”, elaborado pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, analisa o desempenho das empresas públicas em 2010 e revela que os resultados operacionais, financeiros e líquidos das 154 companhias analisadas pioraram no ano passado, pondo em risco a sua sustentabilidade.

Em 2010, o endividamento líquido das 77 empresas que compõem a carteira principal da DGTF cresceu para 23 mil milhões de euros e a dívida de curto prazo ultrapassou 13 mil milhões de euros.

De acordo com o estudo, 26 empresas do Estado estão em situação de falência técnica, com capitais próprios negativos.

(Fonte)


Empresas públicas têm níveis de absentismo seis vezes acima do sector privado

O secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, disse hoje que o Estado «não pode viver com níveis de absentismo nas empresas públicas 5 a 6 vezes superior ao sector privado».

«Não podemos viver com níveis de absentismo nas empresas públicas cinco a seis vezes superiores ao sector privado», disse o governante, acrescentando que também não é possível «viver com acordos de empresa desajustados da realidade».

O secretário de Estado falava numa conferência de apresentação do Anuário do Sector Empresarial do Estado 2010, patrocinada pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas e pelo Tribunal de Contas, e esta manhã apresentado na Universidade Católica.

Lusa/SOL


Qualquer pessoa concluiria que, uma vez que quem trabalha para o Estado é menos produtivo, o melhor seria fortalecer a economia privada de modo a beneficiar a economia.

Mas para o esquerdista comum, o conceito do Estado não ser dono e senhor de toda a economia (e da sociedade) não lhe agrada.

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