"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Fotos de jovens da alta sociedade portuguesa nuas circulam na Net

Estão a circular na Internet fotos e vídeos de três jovens pertencentes a «famílias da alta sociedade» portuguesa nuas ou em topless, noticia esta quinta-feira o Correio da Manhã.

Segundo o jornal, as três amigas, de 19 anos, criaram um grupo fechado no Facebook onde colocaram as imagens íntimas. Mas o grupo não era, de facto, de acesso restrito e alguém copiou as fotos e vídeos e agora estes conteúdos circulam na Web.

O Correio da Manhã adianta que, inclusivé, o pai de uma das jovens recebeu uma mensagem acompanhada de uma foto da sua filha nua.

O jornal refere que as fotos começaram a circular na Internet em Fevereiro e tornaram-se virais.

Tudo terá começado com uma brincadeira das jovens durante as férias, mas acabou com as fotos, supostamente para serem vistas apenas por algumas amigas, a circularem por toda a Web.

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Ainda bem que houve a "emancipação" da mulher, senão a sociedade ficaria privada de coisas "importantes" como esta.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Perfis falsos no Facebook atingem os 25%

25% dos utilizadores de Facebook nos Estados Unidos falsificaram o seu perfil da rede social. Um estudo realizado pela Consumer Reports revelou que apenas 10% da comunidade que utiliza o Facebook utilizava a táctica de publicar dados não reais no seu perfil.

Além do problema da falsificação de dados, há outro factor que está a preocupar os responsáveis pela rede. “Há pessoas que partilham demasiadas coisas”, indica o estudo. A Consumers Report alerta ainda para o facto de 13 milhões de pessoas não alterarem as suas configurações de privacidade desde que aderiram ao Facebook.

Só em 2011, o Facebook teve de encerrar cerca de 80 mil contas abertas por menores utilizadores de 13 anos (idade mínima legal para navegar na rede social).

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sexta-feira, 2 de março de 2012

No Facebook há cabeças esmagadas, mas os mamilos são escondidos

Feridas profundas no corpo? “Like”. Cabeças e membros esmagados? “Like”. Imagens de mulheres a amamentar os filhos com os mamilos à mostra? “Nem pensar”. Se tivéssemos de resumir os critérios de publicação de conteúdos definidos pelo Facebook, seria mais ou menos isto: a violência explícita é tolerada, mas o sexo “it’s complicated”.

Antes de mais, a primeira surpresa: não, o Facebook não tem um departamento situado num escritório luxuoso, onde um grupo de pessoas altamente qualificadas e bem pagas se dedicam a seleccionar o que os utilizadores podem ou não publicar nos seus perfis. Quem o diz é Amine Derkaoui, um jovem marroquino de 21 anos, que contou a história ao site norte-americano Gawker, uma espécie de blogue dedicado a notícias sobre media e celebridades.

Esta é a primeira vez que são revelados os critérios em que os profissionais subcontratados pelo Facebook se baseiam para filtrar os comentários e fotografias dos utilizadores.

“É humilhante. Estão a explorar o Terceiro Mundo”, queixa-se Derkaoui, que diz ter passado uma semana a receber formação numa empresa de “outsourcing” para editar o conteúdo publicado no Facebook. Para aprender a desempenhar esta função numa rede social com mais de 800 milhões de utilizadores, Amine Derkaoui recebeu um dólar por hora (75 cêntimos de euro). A formação foi dada pela empresa oDesk, com sede na Califórnia, que presta serviços de moderação de conteúdos para gigantes como o Facebook e o Google. A sede da empresa é nos Estados Unidos, mas os candidatos a gestores de comentários e fotografias que milhões de pessoas em todo o mundo partilham na Internet não precisam de sair das suas casas, onde quer que elas se situem. No caso do Facebook, escreve o site Gawker, situam-se em países como Marrocos, Turquia, Filipinas, México e Índia e rendem a jovens como Derkaoui um dólar por hora, em turnos de quatro horas de trabalho, mais comissões. Na melhor das hipóteses, um máximo de quatro dólares por hora.

Pouco se sabia sobre todo o processo de gestão do conteúdo partilhado no Facebook, mas as declarações de Amine Derkaoui levaram a empresa de Mark Zuckerberg a emitir um comunicado sobre o assunto: “Num esforço para filtrar com rapidez e eficiência os milhões de denúncias que recebemos todos os dias, achámos necessário contratar empresas externas para classificarem uma pequena percentagem dessas denúncias. Estas empresas são submetidas a rigorosos controlos de qualidade e foi implementado um conjunto de salvaguardas para proteger os dados dos utilizadores do nosso serviço”.

O facto é que a formação de Amine Zerkaoui não acabou da melhor forma para o Facebook. O jovem marroquino trabalha agora como gestor de conteúdos na empresa Zenoradio, com sede em Nova Iorque, e trouxe consigo o até agora secreto documento em que a rede social define o que deve ou não ser autorizado nos perfis dos seus utilizadores.

De todos os gestores de conteúdo partilhado no Facebook formados pela empresa oDesk com que o site Gawker falou, apenas Zerkaoui se queixou do baixo salário, mas muitos outros dizem que a experiência é como “trabalhar num esgoto, em que é preciso limpar toda a porcaria do mundo”.

Enquanto que alguns dos moderadores de comentários e fotografias partilhados no Facebook convivem mal com o seu trabalho, outros acabam simplesmente por desistir. Um deles não ficou no posto mais do que três semanas: “Pedofilia, necrofilia, decapitações, suicídios. Despedi-me porque dou valor à minha sanidade mental”, cita o Gawker. Mas não terá sido por falta de aviso prévio. “Eles disseram antes de me terem contratado que este trabalho não é para pessoas facilmente impressionáveis. Em último caso, acho que a culpa é minha por não ter compreendido que iria ser assim tão perturbador”. Há também muitos exemplos de racismo: “O KKK (Ku Klux Klan) aparece por todos os lados”.

A principal questão parece ser a arbitrariedade na decisão do que deve ou não ser partilhado no Facebook, que resulta de uma selecção feita por jovens recrutados em países pobres, com salários de um dólar por hora. Para tentar limitar essa arbitrariedade, o Facebook definiu um conjunto de regras, as tais que foram agora reveladas por Amine Zerkaoui.

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Pressão social do facebook leva adolescentes a aderirem ao twitter


Os adolescentes estão cada vez mais a aderir ao twitter, em detrimento do facebook.

Um estudo da organização norte-americana Pew Internet & American Life Project, citado pelo jornal Folha de São Paulo, revela que a percentagem de jovens entre os 12 e os 17 anos, nos Estados Unidos da América, a criar uma conta no twitter aumentou para o dobro nos últimos dois anos, subindo de oito para 16 por cento.

A investigação refere que a migração tem sido lenta, mas constante, e que entre as razões que levam a esta mudança para o twitter estão “a facilidade de uso e a capacidade de enviar o equivalente a uma mensagem de texto para um círculo de amigos, muitas vezes menor do que aquele que eles têm em suas contas abarrotadas no facebook”.

Mas não só. Alice Marwick, da Microsoft Research, refere que para os adolescentes a autopromoção nas redes não é o objectivo principal, pelo que muitos adolescentes optam por usar o twitter bloqueado, através de contas privadas, ou recorrendo a pseudónimos que só os amigos mais próximos reconhecem.

Um adolescente de um grupo estudado pela Microsoft Research define a dimensão das duas redes comparando o facebook a um grito no meio de uma multidão e o twitter a uma sala.

Já a Pew Internet refere que há adolescentes que sentem "pressão social" para adicionar as pessoas no facebook, e que o twitter lhes dá mais liberdade para evitar os amigos dos amigos.

O facto de os pais aderirem cada vez mais ao facebook também reforça esse sentimento de pressão e de perda de privacidade junto dos adolescentes.

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domingo, 1 de janeiro de 2012

Facebook é responsável por um terço dos divórcios no Reino Unido


Um estudo revelado este fim-de-semana aponta o Facebook como a causa de um terço dos divórcios no Reino Unido.

De acordo com o documento, 33% dos 5 mil entrevistados garantem que mensagens inadequadas para pessoas do sexo oposto e comentários de ex-namorados provocaram zangas entre os casais.

Em relação à última vez que o site realizou a pesquisa, em 2009, esse número aumentou 13% (antes a rede social era mencionada em 20% dos pedidos estudados pelos investigadores).

O contacto com antigos(as) pretendentes do sexo oposto pode até ser inocente, mas provoca inúmeras discussões”, explicou o porta-voz do Divorce-Online, Mark Keenan.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mais 20 coisas que nunca devemos postar no Facebook

Num post anterior, enumeramos 5 coisas que nunca deveríamos postar no Facebook. A saber:

1. Datas de nascimento
2. Relacionamentos
3. A sua localização atual
4. Se está sozinho em casa
5. Fotos dos filhos com nomes

Juntamos agora outros 20 pontos também essenciais:

6. Torne o seu perfil privado

Desta forma garante que só os seus amigos poderão ver as suas conversas e as suas imagens. A privacidade é um bem. Não a deite na rede.

7. Seja amigo só dos seus amigos

Podemos subdividir este item em 4 pontos:

Adicionar velhos amigos e depois esquecê-los

Todos sabemos que há pessoas que coleccionam amigos nas redes sociais. Há um conhecido que não vemos há anos. Ele adiciona-nos, nós aceitamos e, depois, ignoramo-lo. Ou então somos nós a tomar a iniciativa e, depois, é como se não existisse. Porque o aceitamos?Só para coleccionar?

Adicionar desconhecidos

Aqui entram os “coleccionadores”. É a mesma coisa que adicionar velhos conhecidos e não falar com eles. Se não conhece porque adiciona? Ou não sabe que sempre que adiciona alguém ao seu círculo de amigos esse alguém passa a ter conhecimento de tudo o que você faz na rede social?

Adicionar conhecidos de circunstância

Algumas pessoas não entendem que a troca de endereços de email no final de uma festa ou de um evento social é apenas um ritual e que tal não significa um convite para adicionar aos amigos no Facebook.

Aceitar convites de amigos de pessoas que não conhece

Costuma convidar para entrar em casa toda a gente que lhe bate à porta? No Face é igual. Seja criterioso.

8. Não partilhe tudo

Há uma falsa sensação de segurança e anonimato quando se diz algo a alguém sem ser cara a cara. Mas a realidade é que ao colocar alguma coisa no mural do Facebook estamos a compartilhar com todos. Se por acaso partilha algo que não diria a todas as pessoas que constam da sua lista, o mais provável é estar a dizer algo que não devia, a quem não devia.

9. Não discuta com os seus amigos mais chegados

Não revele as suas discussões coma família ou namorados. Coisas privadas devem permanecer privadas, mesmo na era do Facebook.

10. Partilhe apenas o que tem de melhor.

Escrever asneiras pode parecer engraçado em determinado momento. Mas não se esqueça. O seu futuro empregador pode querer ver o seu perfil no Facebook antes de o contratar. O que escreveu pode provocar o seu despedimento antes de ser contratado. Não é nada agradável ser um ex-futuro empregado.
Por isso, partilhe só que tem de melhor. O seu perfil é uma espécie de currículum vitæ e de portefólio. Não esqueça.

11. Não partilhe fotos comprometedoras

Partilhar fotos de uma bebedeira não é certamente a melhor forma de valorizar o seu perfil. Volte a ler o item anterior.

12. Não seja spammer

Não convide os amigos para juntar-se a todas as aplicações em que você entrar. E se joga jogos online, defina as configurações da sua conta para que os seus amigos não recebam as actualizações dos seus jogos. Além disso, pode parecer que você não faz outra coisa que não seja jogar ao Farmville.

13. Não diga o que está a fazer em cada momento

Avisou o seu chefe que nesse dia não vai trabalhar por estar, supostamente” doente. E, então, atualiza o perfil Facebook minuto a minuto, durante todo o dia, documentando um dia de gelados, cerveja, praia, jogos de vídeo e pular na cama. O mais provável é essa actualização chegar ao seu chefe. Será meio caminho para ser despedido. Com justa causa.

14. Escrever no mural em vez de comunicar em privado

A força motriz por trás do sucesso do Facebook é a … vaidade. As pessoas adoram a ideia de que os outros estão a observar o que eles estão a fazer. Se quer convidar alguém, faça-o privadamente. Nem toda a gente tem de conhecer a lista de convidados da sua festa.

15. Faça de conta que está a ser visto na Televisão

Acima de tudo, antes de postar qualquer coisa no Facebook, pare e pergunte a si mesmo: eu iria anunciar isto na televisão? Eu faria isso na televisão? Se a resposta for não, então não o coloque. O Facebook é público e não podemos ter de volta o que postamos.

16. Queixar-se

A coisa mais irritante que as pessoas fazem no Facebook é pulverizar o seu mural com queixumes, e auto-comiseração. Se tem algo a dizer a alguém, faça-o frontalmente, não no seu mural, porque ninguém está interessado nisso e só vão chamá-lo de idiota.

16. O seu endereço

A sua casa é o seu refúgio. Dê primazia à sua privacidade.

17. O plano de férias

Divulgar quando e para onde se vai nas férias, sejam elas longas ou curtas, é meio caminho andado para potenciais perigos. Segurança na casa, companhias indesejadas, falatórios inconvenientes. Os relatos de viagens http://www.blogger.com/img/blank.giffazem-se no fim e, mesmo assim, com parcimónia.

18. O número de telefone

Já bastam as páginas amarelas, brancas, azuis etc. e tal, e as operadoras que divulgam os nossos números privados.

19. Fotos de familiares e amigos sem autorização

Podemos achar graça às fotos da nossa juventude, na escola ou em família. Se não estamos sozinhos, manda a boa educação que perguntemos primeiro às outras pessoas que estão nas imagens se autorizam. A foto até pode ser nossa, mas o retrato é pessoal, privado e devia ser inviolável. Respeite, se quer ser respeitado.

20. Não seja face-dependente

O telefone e os correios continuam válidos no mundo global. Se gosta de zelar pela sua privacidade não deixe de os utilizar.

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sábado, 5 de novembro de 2011

Mulher incendeia casa de amiga que a excluiu do Facebook


Tem gente levando o Facebook a sério demais… Uma mulher nos EUA ateou fogo na casa da amiga. O motivo, aponta a polícia: não gostou de ser excluída da lista de amigos.

Tudo começou quando Jennifer Christine Harris e Nikki Rasmussen, amigas de longa data, resolveram fazer uma festa. E fizeram convites pelo Facebook, por meio de uma página de eventos. O problema é que várias pessoas não quiseram participar. E as duas começaram a brigar pela rede.

Até que Nikki resolveu deletar a amiga. “Eu a bloqueei também, assim não via o que ela dizia. Mas temos amigos em comum, que podiam ver os posts. E ela ficou muito brava, começou a me xingar.”

Jennifer foi presa após a garagem da casa da amiga pegar fogo. Ninguém se feriu. A polícia acredita que há provas que sustentem a prisão, segundo o jornal Desmoines Register.

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