"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Férias de Michelle em Espanha custaram 379 mil euros

Michelle Obama e a filha, Sasha, foram recebidas pelo Rei Juan Carlos de Espanha em Palma de Mallorca em agosto de 2010

As férias que a primera-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, realizou em Espanha juntamente com a sua filha, Sasha, em agosto de 2010, tiveram um custo de quase meio milhão de dólares, ou seja, 379 mil euros, informou o grupo Judicial Watch.

Este grupo, tido como próximo dos setores mais conservadores e que se dedica a investigar casos de corrupção governamental, explicou na sua página de internet que, segundo documentos obtidos junto das secretas e da Força Aérea dos EUA, o montante global da viagem de cinco dias a Espanha foi de, pelo menos, 467 mil dólares.

Michelle Obama esteve em Málaga e em Mallorca, onde ela e a filha chegaram a ser recebidas pelos reis de Espanha. O marido e Presidente dos EUA, Barack Obama, não a acompanhou nestas férias, tal como a outra filha do casal, Malia. Na altura, surgiram algumas críticas a estas férias privadas.

"Os documentos mostram os gastos com a segurança, obrigatória", que os contribuintes acabaram por pagar, apesar de se tratar de uma viagem privada da primeira dama. O presidente da Judicial Watch, Tom Fitton, disse que "o povo norte-americano dificilmente pode dar-se ao luxo de continuar a mandar de férias por todo o mundo a família presidencial".

Esta notícia surge em plena campanha eleitoral para as presidenciais nos EUA, nas quais Barack Obama, democrata, irá provavelmente defrontar Mitt Romney, dos republicanos.

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sexta-feira, 2 de março de 2012

No Facebook há cabeças esmagadas, mas os mamilos são escondidos

Feridas profundas no corpo? “Like”. Cabeças e membros esmagados? “Like”. Imagens de mulheres a amamentar os filhos com os mamilos à mostra? “Nem pensar”. Se tivéssemos de resumir os critérios de publicação de conteúdos definidos pelo Facebook, seria mais ou menos isto: a violência explícita é tolerada, mas o sexo “it’s complicated”.

Antes de mais, a primeira surpresa: não, o Facebook não tem um departamento situado num escritório luxuoso, onde um grupo de pessoas altamente qualificadas e bem pagas se dedicam a seleccionar o que os utilizadores podem ou não publicar nos seus perfis. Quem o diz é Amine Derkaoui, um jovem marroquino de 21 anos, que contou a história ao site norte-americano Gawker, uma espécie de blogue dedicado a notícias sobre media e celebridades.

Esta é a primeira vez que são revelados os critérios em que os profissionais subcontratados pelo Facebook se baseiam para filtrar os comentários e fotografias dos utilizadores.

“É humilhante. Estão a explorar o Terceiro Mundo”, queixa-se Derkaoui, que diz ter passado uma semana a receber formação numa empresa de “outsourcing” para editar o conteúdo publicado no Facebook. Para aprender a desempenhar esta função numa rede social com mais de 800 milhões de utilizadores, Amine Derkaoui recebeu um dólar por hora (75 cêntimos de euro). A formação foi dada pela empresa oDesk, com sede na Califórnia, que presta serviços de moderação de conteúdos para gigantes como o Facebook e o Google. A sede da empresa é nos Estados Unidos, mas os candidatos a gestores de comentários e fotografias que milhões de pessoas em todo o mundo partilham na Internet não precisam de sair das suas casas, onde quer que elas se situem. No caso do Facebook, escreve o site Gawker, situam-se em países como Marrocos, Turquia, Filipinas, México e Índia e rendem a jovens como Derkaoui um dólar por hora, em turnos de quatro horas de trabalho, mais comissões. Na melhor das hipóteses, um máximo de quatro dólares por hora.

Pouco se sabia sobre todo o processo de gestão do conteúdo partilhado no Facebook, mas as declarações de Amine Derkaoui levaram a empresa de Mark Zuckerberg a emitir um comunicado sobre o assunto: “Num esforço para filtrar com rapidez e eficiência os milhões de denúncias que recebemos todos os dias, achámos necessário contratar empresas externas para classificarem uma pequena percentagem dessas denúncias. Estas empresas são submetidas a rigorosos controlos de qualidade e foi implementado um conjunto de salvaguardas para proteger os dados dos utilizadores do nosso serviço”.

O facto é que a formação de Amine Zerkaoui não acabou da melhor forma para o Facebook. O jovem marroquino trabalha agora como gestor de conteúdos na empresa Zenoradio, com sede em Nova Iorque, e trouxe consigo o até agora secreto documento em que a rede social define o que deve ou não ser autorizado nos perfis dos seus utilizadores.

De todos os gestores de conteúdo partilhado no Facebook formados pela empresa oDesk com que o site Gawker falou, apenas Zerkaoui se queixou do baixo salário, mas muitos outros dizem que a experiência é como “trabalhar num esgoto, em que é preciso limpar toda a porcaria do mundo”.

Enquanto que alguns dos moderadores de comentários e fotografias partilhados no Facebook convivem mal com o seu trabalho, outros acabam simplesmente por desistir. Um deles não ficou no posto mais do que três semanas: “Pedofilia, necrofilia, decapitações, suicídios. Despedi-me porque dou valor à minha sanidade mental”, cita o Gawker. Mas não terá sido por falta de aviso prévio. “Eles disseram antes de me terem contratado que este trabalho não é para pessoas facilmente impressionáveis. Em último caso, acho que a culpa é minha por não ter compreendido que iria ser assim tão perturbador”. Há também muitos exemplos de racismo: “O KKK (Ku Klux Klan) aparece por todos os lados”.

A principal questão parece ser a arbitrariedade na decisão do que deve ou não ser partilhado no Facebook, que resulta de uma selecção feita por jovens recrutados em países pobres, com salários de um dólar por hora. Para tentar limitar essa arbitrariedade, o Facebook definiu um conjunto de regras, as tais que foram agora reveladas por Amine Zerkaoui.

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Michele Obama gasta milhares em roupa interior provocante enquanto o resto do país sofre

A primeira-dama norte-americana Michele Obama gastou cerca de 38 mil euros em roupa interior provocante, num frenesim de compras numa loja da marca Agent Provocateur.

A senhora Obama, de 48 anos, terá comprado algumas cuecas e um espartilho de cerca de mil euros para tentar o presidente de 50 anos, segundo o Daily Star.

Uma parte da Madison Avenue em Nova Iorque foi encerrada enquanto a primeira-dama e a rainha do Qatar, Sheikha Mozah, faziam as suas compras.

De acordo com Gary Hogarth, chefe da britânica Agent Provocateur, a marca já terá atraído outras caras bem conhecidas, como Beyoncé e Christina Aguilera.

Fonte

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Numa altura de crise e necessidade, esperava-se que os Obama demonstrassem algum tipo de sensibilidade para quem não tem (como fez Ronald Reagan) mas parece que os sacrifícios não têm que ser feitos pela realeza.

Que mulher sem classe.

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