"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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sábado, 15 de dezembro de 2012

Homem ganha R$ 200 mil na TV e gasta tudo em 4 meses para não dividir com ex


O inglês Scott Brown, 33, ganhou R$ 200 mil em um programa da televisão britânica, "Deal or No Deal", e decidiu não dar um tostão para a mulher, de quem estava separado.

Ele tinha apenas quatro meses, antes de o programa ir ao ar, para torrar o dinheiro.

Brown disse que primeiro usou R$ 60 mil para quitar débitos dele e da mulher, Rachel, 29, com quem tem dois filhos, de seis e dois anos. Ele ainda reservou R$ 8.000 para cobrir gastos com o divórcio, além de comprar roupas, brinquedos e objetos para os filhos.

O resto, admitiu ao jornal "Daily Mail", ele gastou se divertindo. Comprou um iPad, passou férias no México e comprou um Jaguar usado.

A última parte do dinheiro ele usou dias antes de seu próprio prazo, 21 de Agosto, para pagar um curso de electricista e começar uma nova carreira.

Como ele já havia suspeitado, a mulher, que havia pedido a separação no Natal do ano passado, após conhecer um caminhoneiro na internet, pediu parte do dinheiro quando assistiu o marido ganhá-lo na televisão.

Ela entrou na Justiça com um pedido de parte da pequena fortuna ganha pelo marido.

Um juiz determinou na Quinta-Feira passada que Brown escreva uma carta detalhando como gastou a quantia. Ele ainda foi impedido legalmente de continuar gastando e manter o dinheiro --ou o que havia sobrado dele-- parado até que o caso se resolvesse.

Após ser ouvido no tribunal, Brown disse ao jornal como participar do programa mudou sua vida.

"Fiquei superfeliz de ganhar aquele dinheiro. Eu soube que Rachel poderia querer parte dele e eu decidi: 'Ela não vai ganhar um tostão'."

O homem contou que a mulher disse no ano passado que não o amava mais e que, na época que participou do game show, ele havia saído de casa e estava dormindo no chão na casa de seus pais.

"Como ela pode ter direito sobre esse dinheiro? Minha vida foi arrasada, não posso ver meus filhos todos os dias e perdi tudo que construí nos últimos onze anos", disse.

 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Luciana Abreu exige pensão de 4500 euros por mês a Djaló


Luciana Abreu quer receber uma pensão mensal de Yannick Djaló no valor de 4500 euros.

Citada pelo JN, uma fonte próxima da cantora, que se está a divorciar do jogador, diz que esta pediu uma pensão naquele valor por ter duas crianças fruto dessa relação. “São duas crianças pequenas e quer garantir o futuro delas. Não quer nada para ela, mas vai exigir tudo a que tem direito para as filhas”, refere a fonte ouvida pelo jornal.

Apesar de admitir que os valores podem ser diferentes se houver acordo em relação aos bens, a mesma fonte adianta que o processo de divórcio está a ser difícil e que a cantora e o jogador falam apenas através dos respectivos advogados.

Fonte

sexta-feira, 30 de março de 2012

Crise trava divórcios. Unidos pelas dívidas

Talvez a crise tenha um lado bom.

Marta já tentou ir viver com os pais para conseguir fazer face aos encargos acrescidos que surgiram depois do divórcio. Foi ela quem o pediu, quando a rotina e a saturação tomou conta do casamento, o marido frente à televisão desde o regresso do emprego até se deitar. Farta de tentar mudá-lo, mudou-se. Já nem a terapia de casal ajudou, talvez porque a ansiedade pela liberdade era muito maior. Mas acabou por aceitar o convite do marido e ficou ela na casa comum. Já divorciada, fez a festa durante alguns meses, regressando aos tempos de jovem solteira.

Até que foi forçada a aterrar na realidade crua: despesas novas e as de sempre, agora todas a saírem do seu bolso, como o empréstimo da casa. Um pesadelo. Deprimida, em parte também porque semana--sim, semana-não ficava sem os três filhos numa casa vazia, atrasou a entrega de trabalhos e começou a receber menos encomendas, logo menos rendimentos. Viver com os pais parecia ser a solução perfeita mas acabou por também não se conseguir adaptar. Actualmente, procura entender-se com o ex-marido. Ponderam mesmo voltar a viver juntos.

Divórcios caem 7% O número de divórcios decretados em Portugal caiu quase 7% em 2011. Isto quando no ano anterior se tinha registado um crescimento de 5,3%. Na opinião de especialistas ouvidos pelo i, o factor crise pode ser o responsável pelo adiamento de muitas destas situações de ruptura. Uma separação implica sempre um aumento de despesas para ambos os elementos do casal e este argumento, sobretudo nos tempos que correm, leva cada vez mais pessoas a coibirem-se de avançar com a separação, adiando a decisão para melhores dias.

Um casal contrai dívidas para obter, por exemplo, casa própria, contando com o vencimento dos dois. A partir do momento em que se separa, um deles vai assumir o imóvel e muitas vezes não tem capacidade financeira para suportar o empréstimo”, disse ao i Cristina Dias, docente em Direito da Família e das Sucessões da Escola de Direito da Universidade do Minho.

Ou seja, mesmo que decidam divorciar--se, os dois acabam por permanecer ligados pelos empréstimos contraídos em conjunto ou quaisquer outros compromissos financeiros assumidos por ambos. “Tenho relatos de advogados que dizem que determinados processos de divórcio acabam por não avançar porque as pessoas coabitam na mesma casa, debaixo do mesmo tecto, embora com vidas separadas”, acrescenta Cristina Dias. E evoca casos concretos. “Às vezes a situação arrasta-se ad aeternum. E até conheço realidades em que as pessoas partilham o mesmo apartamento mas fazem vidas totalmente diversas, dormem até em quartos diferentes, porque a situação a isso as obriga.

Cristina conhece outros exemplos em que, apesar de ter sido tomada a decisão de se vender a casa, o casal acaba por ser confrontado com a barreira do mercado imobiliário, pois é cada vez mais difícil alienar imóveis. E enquanto não conseguem vender, “mantêm-se ali, no limbo, presas uma à outra”, constata a docente.

Há ainda um outro tipo de situações: quando existem filhos e um dos progenitores fica em casa com as crianças, embora o outro, tendo saído, continue a assegurar o pagamento do empréstimo. Solucionar este tipo de problemas exige, de alguma forma, uma maior maturidade e algum espírito de sacrifício por parte de quem continua a pagar sem usufruir do espaço.

Há dívidas contraídas no decurso de um casamento, que embora tenham sido feitas por apenas uma das partes, acabam por responsabilizar os dois cônjuges. As dívidas mais significativas, contraídas perante a banca, responsabilizam sempre os dois”, frisa esta professora da Universidade do Minho, que escreveu a sua tese de doutoramento sobre a responsabilidade dos cônjuges perante dívidas.

Mafalda Vaz Pinto, advogada com uma longa experiência na área dos processos de divórcio, diz ao i que não tem notado “uma diminuição significativa de pedidos de divórcio”. Admite porém que a crise é travão. Pelo menos para aqueles que conseguem encontrar alternativas: “alguns vão viver para casa dos pais para economizarem nos custos com advogados. Mas se estão determinados a divorciarem-se, não permanecem juntos por causa da crise”, acrescenta a advogada.

A menos que sejam forçados pelas dívidas a adiar o processo”, ressalva, no entanto, Cristina Dias. “Pode ser resultado de uma ponderação que leve a concluir que adiar o divórcio possa ser a decisão mais viável, pelo menos por algum tempo.

Ou seja, em Portugal, e em 2012, começa a ser mais difícil dissolver um casamento do que pôr fim a um contrato de trabalho. Que é como quem diz custa menos a uma empresa despedir um trabalhador do que a um marido ou uma mulher mandar embora a cara metade.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Crise inibe divórcios

Talvez a crise tenha algumas boas ramificações.

A crise obriga os portugueses a pensar duas vezes antes de optarem pelo divórcio, face às previsíveis dificuldades em pagar os encargos assumidos pelo casal, defende uma investigadora da Universidade do Minho (UM).

Na sua tese de doutoramento, intitulada "Do regime da responsabilidade por dívidas dos cônjuges: problemas, críticas e sugestões", Cristina Dias admite "ser mais fácil viver a dois, em tempo de crise".

Segundo Cristina Dias, as famílias portuguesas "poupam cada vez menos" (a taxa de poupança desceu dos 24 por cento, em 1985, para apenas 10 por cento na actualidade) e "endividam-se cada vez mais".

Contraem empréstimos para quase tudo, desde aquisição de casas e carros, até programa de férias, em valores "superiores ao que poderiam suportar".

"Fazer face aos encargos torna-se complicado para os casais, principalmente para aqueles que decidem separar-se. Apesar de a crise económica não ser o factor impeditivo ao divórcio, esta é uma realidade que dificulta a decisão", assume a investigadora.

Fonte

domingo, 1 de janeiro de 2012

Facebook é responsável por um terço dos divórcios no Reino Unido


Um estudo revelado este fim-de-semana aponta o Facebook como a causa de um terço dos divórcios no Reino Unido.

De acordo com o documento, 33% dos 5 mil entrevistados garantem que mensagens inadequadas para pessoas do sexo oposto e comentários de ex-namorados provocaram zangas entre os casais.

Em relação à última vez que o site realizou a pesquisa, em 2009, esse número aumentou 13% (antes a rede social era mencionada em 20% dos pedidos estudados pelos investigadores).

O contacto com antigos(as) pretendentes do sexo oposto pode até ser inocente, mas provoca inúmeras discussões”, explicou o porta-voz do Divorce-Online, Mark Keenan.

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Homem de 99 anos pede divórcio após descobrir traição da mulher em 1940

António C., um italiano de 99 anos, decidiu pedir divórcio à mulher após 77 anos de casamento, ao descobrir que ela teve um caso secreto nos anos 40. O ex-polícia terá dado conta da traição da mulher ao, em 2002, ter encontrado as cartas que ela escreveu para o alegado amante há mais de 60 anos.

Confrontada pelo marido, Rosa C., de 96 anos, confessou a traição. No entanto, o marido não terá conseguido perdoar e, desde então, o casamento terá passado por constantes ataques de ciúmes por parte do António.

Em 2011, quase dez anos depois de descobrir a traição e apesar dos apelos da mulher, o idoso não reconsiderou a decisão e pediu o divórcio.

Casados desde 1934 o casal, que teve cinco filhos e mais de uma dezena de netos, agora separa-se. A imprensa internacional acredita que o caso marque um novo recorde, uma vez que o italiano passa a ser o homem mais velho do Mundo a entrar com um processo de divórcio.

Até agora, os britânicos Beartie e Jessie Wood, ambos de 98 anos, eram considerados o casal mais idoso a separar-se oficialmente.

Fonte

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