"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Luciana Abreu exige pensão de 4500 euros por mês a Djaló


Luciana Abreu quer receber uma pensão mensal de Yannick Djaló no valor de 4500 euros.

Citada pelo JN, uma fonte próxima da cantora, que se está a divorciar do jogador, diz que esta pediu uma pensão naquele valor por ter duas crianças fruto dessa relação. “São duas crianças pequenas e quer garantir o futuro delas. Não quer nada para ela, mas vai exigir tudo a que tem direito para as filhas”, refere a fonte ouvida pelo jornal.

Apesar de admitir que os valores podem ser diferentes se houver acordo em relação aos bens, a mesma fonte adianta que o processo de divórcio está a ser difícil e que a cantora e o jogador falam apenas através dos respectivos advogados.

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sábado, 28 de abril de 2012

Aos 81 anos, patrão da Fórmula 1 está noivo de brasileira de 35 anos

Bernie Ecclestone, o patrão da Fórmula 1, vai casar-se pela terceira vez. Aos 81 anos, Ecclestone pediu em casamento a brasileira Fabiana Flosi, de 35, e esta aceitou.

«Estamos oficialmente noivos, e não vai ser um noivado longo. Estamos muito felizes e é só uma questão de quando nos vamos casar, pois ainda não fixámos uma data ou local», disse Ecclestone ao jornal Daily Mail.

Ecclestone, que fará 82 anos em Outubro, separou-se em 2009 da ex-modelo croata Slavica, com quem teve duas filhas: Tamara e Petra.

«Já estamos juntos há dois anos e o que faz nossa relação funcionar é o sentido de humor da Fabiana. E quando se vive comigo, é preciso ter sentido de humor. Devo dizer que não tenho absolutamente nenhum problema em casa e acho que ela tem sorte de estar comigo», acrescentou Ecclestone.

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terça-feira, 3 de abril de 2012

CDS: a refundação

Proposta apresentada e rejeitada no Conselho Nacional do CDS de 30 de Março em Leiria por doze conselheiros nacionais subscritores da carta a propósito de votações parlamentares em matérias ditas “fracturantes”, inéditas na história ao arrepio das posições definidas pelo partido, sustentada na sua carta de princípios e no seu programa político;

PROPOSTA

1- A vida é o primeiro de todos os valores morais. A defesa da vida é um valor essencial para o CDS pelo que os deputados do CDS devem votar contra as propostas de legislação que liberalizem o aborto.

2- Pela mesma razão de defesa da vida, os deputados do CDS devem votar contra propostas de lei que liberalizem a eutanásia ou o suicídio assistido.

3- A vida não se encontra na livre disposição do Estado, pelo que os deputados do CDS devem votar contra as propostas de lei que consagrem a procriação medicamente assistida como um método alternativo de procriação ao acesso de todos as pessoas, e não apenas como um método subsidiário de procriação ao dispor de casais com problemas de fertilidade.

4- Para o CDS maternidade e paternidade não se confundem, preenchem dimensões diferentes no desenvolvimento da criança, não sendo indiferente para uma criança ter dois ou duas mães em vez de um pai e uma mãe pelo que os deputados do CDS devem votar contra as propostas de lei que consagrem a filiação de crianças por dois pais ou duas mães.

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sexta-feira, 30 de março de 2012

Crise trava divórcios. Unidos pelas dívidas

Talvez a crise tenha um lado bom.

Marta já tentou ir viver com os pais para conseguir fazer face aos encargos acrescidos que surgiram depois do divórcio. Foi ela quem o pediu, quando a rotina e a saturação tomou conta do casamento, o marido frente à televisão desde o regresso do emprego até se deitar. Farta de tentar mudá-lo, mudou-se. Já nem a terapia de casal ajudou, talvez porque a ansiedade pela liberdade era muito maior. Mas acabou por aceitar o convite do marido e ficou ela na casa comum. Já divorciada, fez a festa durante alguns meses, regressando aos tempos de jovem solteira.

Até que foi forçada a aterrar na realidade crua: despesas novas e as de sempre, agora todas a saírem do seu bolso, como o empréstimo da casa. Um pesadelo. Deprimida, em parte também porque semana--sim, semana-não ficava sem os três filhos numa casa vazia, atrasou a entrega de trabalhos e começou a receber menos encomendas, logo menos rendimentos. Viver com os pais parecia ser a solução perfeita mas acabou por também não se conseguir adaptar. Actualmente, procura entender-se com o ex-marido. Ponderam mesmo voltar a viver juntos.

Divórcios caem 7% O número de divórcios decretados em Portugal caiu quase 7% em 2011. Isto quando no ano anterior se tinha registado um crescimento de 5,3%. Na opinião de especialistas ouvidos pelo i, o factor crise pode ser o responsável pelo adiamento de muitas destas situações de ruptura. Uma separação implica sempre um aumento de despesas para ambos os elementos do casal e este argumento, sobretudo nos tempos que correm, leva cada vez mais pessoas a coibirem-se de avançar com a separação, adiando a decisão para melhores dias.

Um casal contrai dívidas para obter, por exemplo, casa própria, contando com o vencimento dos dois. A partir do momento em que se separa, um deles vai assumir o imóvel e muitas vezes não tem capacidade financeira para suportar o empréstimo”, disse ao i Cristina Dias, docente em Direito da Família e das Sucessões da Escola de Direito da Universidade do Minho.

Ou seja, mesmo que decidam divorciar--se, os dois acabam por permanecer ligados pelos empréstimos contraídos em conjunto ou quaisquer outros compromissos financeiros assumidos por ambos. “Tenho relatos de advogados que dizem que determinados processos de divórcio acabam por não avançar porque as pessoas coabitam na mesma casa, debaixo do mesmo tecto, embora com vidas separadas”, acrescenta Cristina Dias. E evoca casos concretos. “Às vezes a situação arrasta-se ad aeternum. E até conheço realidades em que as pessoas partilham o mesmo apartamento mas fazem vidas totalmente diversas, dormem até em quartos diferentes, porque a situação a isso as obriga.

Cristina conhece outros exemplos em que, apesar de ter sido tomada a decisão de se vender a casa, o casal acaba por ser confrontado com a barreira do mercado imobiliário, pois é cada vez mais difícil alienar imóveis. E enquanto não conseguem vender, “mantêm-se ali, no limbo, presas uma à outra”, constata a docente.

Há ainda um outro tipo de situações: quando existem filhos e um dos progenitores fica em casa com as crianças, embora o outro, tendo saído, continue a assegurar o pagamento do empréstimo. Solucionar este tipo de problemas exige, de alguma forma, uma maior maturidade e algum espírito de sacrifício por parte de quem continua a pagar sem usufruir do espaço.

Há dívidas contraídas no decurso de um casamento, que embora tenham sido feitas por apenas uma das partes, acabam por responsabilizar os dois cônjuges. As dívidas mais significativas, contraídas perante a banca, responsabilizam sempre os dois”, frisa esta professora da Universidade do Minho, que escreveu a sua tese de doutoramento sobre a responsabilidade dos cônjuges perante dívidas.

Mafalda Vaz Pinto, advogada com uma longa experiência na área dos processos de divórcio, diz ao i que não tem notado “uma diminuição significativa de pedidos de divórcio”. Admite porém que a crise é travão. Pelo menos para aqueles que conseguem encontrar alternativas: “alguns vão viver para casa dos pais para economizarem nos custos com advogados. Mas se estão determinados a divorciarem-se, não permanecem juntos por causa da crise”, acrescenta a advogada.

A menos que sejam forçados pelas dívidas a adiar o processo”, ressalva, no entanto, Cristina Dias. “Pode ser resultado de uma ponderação que leve a concluir que adiar o divórcio possa ser a decisão mais viável, pelo menos por algum tempo.

Ou seja, em Portugal, e em 2012, começa a ser mais difícil dissolver um casamento do que pôr fim a um contrato de trabalho. Que é como quem diz custa menos a uma empresa despedir um trabalhador do que a um marido ou uma mulher mandar embora a cara metade.

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sexta-feira, 2 de março de 2012

EUA: Os recém-casados mais velhos do Mundo

Esperamos ansiosamente pelo nascimento do primeiro filho.

Lillian Hartley e Allan Marks, com 95 e 98 anos de idade, respectivamente, entraram para o Livro dos Recordes do Guiness como os 'recém-casados mais velhos do Mundo'. O casamento foi celebrado esta quarta-feira no estado da Califórnia, nos EUA.

Juntos há mais de 18 anos, Lillian e Allan celebraram o amor que os une perante o Mundo, numa cerimónia civil realizada na cidade de Indio, no estado americano da Califórnia.

Apesar de já pensarmos no casamento há vários anos, as nossas vidas sempre foram tão ocupadas que acabamos por nunca ter tempo para isso”, disse emocionada a noiva à ‘ABC News’.

Juntos, o casal norte-americano soma 193 anos de vida, ultrapassando o anterior recorde, de 191 anos, conseguido em 2002 por um casal francês.

"Não sei ao certo o que irá acontecer amanhã", disse Allan, "mas tenho a certeza de que quero ficar com a Lillian para o resto da minha vida".

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