"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Homem põe fogo a casa depois duma mulher se recusar a ter relações sexuais

Um homem de Minnesota, EUA, foi acusado de pegar fogo a uma casa onde estavam outras cinco pessoas depois duma garota com quem estava flertando “negar fogo” para ele. Eles iniciaram uma discussão quando a mulher se negou a fazer sexo com o homem. foi então que o homem decidiu incendiar a casa.

A polícia suspeita que David Mason, de 28 anos, tenha empilhado vários itens em cima da cama de um quarto alugado, incluindo gavetas, depois ateado fogo em tudo.

Segundo informações do jornal Daily Mail, os bombeiros encontraram a moça de 21 anos (que seria a vítima das investidas de David), uma mãe e duas crianças (uma de 2 anos e outra de 5 meses) descendo as escadas para sair da casa em chamas.

Relatos da vítima apontam que David teria avisado à garota para que saísse do local em cerca de 10 a 15 minutos, antes que as chamas tomassem conta de tudo, mas ela não acreditou que o homem seria capaz de cumprir o prometido e continuou por lá.

A mãe das crianças, que não tinha nada a ver com a história, só percebeu o incêndio quando viu a fumaça entrando por baixo da porta. Felizmente, todos foram retirados da casa antes que algo pior acontecesse, no entanto, um gatinho acabou sendo vítima fatal do fogo.

Além de ser incriminado pelo incêndio, David enfrenta outras sete acusações e foi preso na madrugada de terça-feira (03), quando o fogo começou. Ele nega ter incendiado a casa, mas admite que estava flertando com a mulher, além de garantir estar sendo correspondido no namoro.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Egipto: Irmãos Muçulmanos ameaça boicotar eleições

O grupo egípcio Irmãos Muçulmanos criticou a nova lei eleitoral anunciada pela junta militar, ao afirmar que esta promove a fraude e a compra de votos, e ameaçou boicotar as eleições de Novembro se a mesma não for alterada.

"Recusamo-nos a participar nas eleições se o artigo 5º da Lei Eleitoral (que proíbe os partidos de nomear candidatos para um terço dos lugares parlamentares) não for cancelado", disse o grupo, num comunicado divulgado após uma reunião dos partidos membros da "coligação democrática", que inclui trinta formações, incluindo o partido da liberdade e da justiça da Irmandade Muçulmana e o Partido Liberal al-Waf.

Segundo os Irmãos Muçulmanos, "as forças políticas concordaram em realizar eleições parlamentares no âmbito do sistema de listas fechadas e pediram ao Conselho Militar para alterar a legislação anterior, mas os militares emitiram uma nova lei com mais deficiências.

O grupo assinala que a continuidade do sistema aberto facilita "a intervenção de criminosos nas eleições, a compra de votos e as tentativas de fraude".A nova lei, que vai reger as primeiras eleições no Egipto após a queda de Hosni Mubarak, foi anunciada pela junta militar na terça-feira.

Dois terços para listas fechadas

Segundo a lei, dois terços dos lugares do Parlamento são ocupados pelas listas fechadas dos partidos e um terço por indivíduos eleitos nas listas abertas.

O grupo criticou ainda a nova lei pelo facto de proibir os candidatos (do sistema aberto) de aderirem aos partidos no caso de serem eleitos, já que isso contraria os desejos dos políticos em fortalecer as formações políticas.

O sistema também foi rejeitado pelo Movimento 06 de abril, por considerar que pode abrir as portas do Parlamento a personalidades ligadas ao antigo regime, já que as listas abertas lhes permite concorrer em separado e à margem de qualquer formação política.

Calendário "demasiado lento"

Por outro lado, os Irmãos Muçulmanos consideram que "o calendário das eleições parlamentares é demasiado lento e que afectará a vida pública do país, já que fará com que o país viva numa atmosfera eleitoral durante quase cinco meses".

As eleições legislativas vão decorrer de 28 de Novembro a 11 de Março, já que as votações na câmara baixa e alta do Parlamento se realizam em separado, cada uma com três voltas.

O grupo islâmico pediu ainda à junta militar para pôr fim à Lei de Emergência, vigente desde 1981, "em cumprimento das promessas de revogação da mesma antes das eleições".

Se os esquerdistas totalitários da Irmandade Muçulmana não concordam com uma medida, então há grandes hipóteses dessa medida ser boa.

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