"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sexo oral é principal causa de cancro da garganta

Jovens que praticam sexo oral são as principais vítimas de cancro de garganta. Segundo o estudo desenvolvido pelo oncologista brasileiro Luiz Paulo Kowalski o consumo de tabaco e de bebidas alcoólicas deixaram de ser as principais causas de cancro da garganta.
 
Segundo Luiz Paulo Kowalski, director do Núcleo de Cabeça e Pescoço do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, há uma mudança do perfil do doente. O oncologista referiu que a doença, “que era frequente em homens com mais de 50 anos que fumavam e bebiam, é agora mais comum em jovens com idades entre os 30 e 40 anos que fazem sexo oral desprotegido e têm vários parceiros”.

Também em Portugal investigadores obtiveram uma conclusão semelhante.

O Instituto Português de Oncologia (IPO), em Lisboa, está a diagnosticar mais casos de cancro oral em jovens numa altura em que aumenta a taxa da mortalidade associada à doença - morrem cerca de 300 pessoas por ano.

Todos os anos são detectados 1500 novos casos: 1200 em homens e 300 em mulheres. E 25 por cento dos tumores verificam-se em pessoas que não bebem nem fumam. O IPO alerta para a relação da doença com o vírus do papiloma humano (VPH), transmitido por via do sexo oral.

Daniel de Sousa, chefe de Serviço de Cirurgia da Cabeça e Pescoço do IPO de Lisboa e professor de Medicina e Patologia Oral da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, diz que estamos perante um novo fenómeno: "Doentes oncológicos vítimas de novos hábitos sexuais, nomeadamente do sexo oral com vários parceiros."

O perfil tradicional do doente com cancro oral foi alterado. "Era um homem entre os 50 a 60 anos, fumador e com hábitos alcoólicos."

Apesar de serem "cancros orais com uma menor agressividade" e que "respondem melhor à terapêutica" quando detectados a tempo, Daniel Sousa defende a necessidade de medidas preventivas, nomeadamente "a criação de uma rede de cuidados primários que englobe médicos dentistas para facilitar uma detecção precoce de novos casos".
 

sábado, 14 de abril de 2012

A tragédia de Piermario Morosini

O médio italiano do Livorno Piermario Morosini, de 25 anos, morreu hoje no hospital para onde foi transferido depois de ter sofrido uma paragem cardíaca em pleno jogo da Serie B italiana de futebol.

De acordo com fontes do Hospital Civil de Santo Spirito, da cidade de Pescara (centro de Itália), Morosini faleceu pouco depois de ter dado entrada na unidade hospitalar, para onde havia sido transportado de ambulância.

O jogador sofreu um repentino mal-estar aos 31 minutos do jogo entre o Pescara e o Livorno, quando estava longe da bola e caiu no relvado na área da sua equipa, segundo noticia a imprensa italiana.

Fonte

YouTube

sábado, 10 de março de 2012

Medicamento para o coração ajuda a «combater o racismo», diz estudo

Um medicamento comum para tratar doenças cardíacas pode ter um efeito secundário benéfico para a paz entre os povos… é que ajudará a combater as tendências racistas, segundo um estudo.

Voluntários que tomaram o bloqueador beta Propranolol, usado para reduzir a regularidade dos batimentos cardíacos, mostraram-se menos «racistas» (a um nível subconsciente) do que um outro grupo que recebeu placebos.

Os especialistas argumentam que a descoberta pode em parte explicada pelo facto de o racismo ser fundado no medo, segundo o Daily Telegraph.

O medicamento actua nos circuitos nervosos, que regem o batimento cardíaco, e no cérebro, particularmente na zona envolvida na resposta emocional e no medo.

«A nossa investigação revela novas provas sobre os processos cerebrais que moldam o preconceito racista», sublinhou Sylvia Terbeck da Universidade de Oxford, que liderou o estudo.

«O preconceito implícito racista pode surgir até em indivíduos com sinceras convicções na igualdade entre pessoas», apontou.

A investigação colocou os voluntários a categorizar palavras positivas e negativas, e fotografias de indivíduos brancos e pretos num ecrã de computador.

Fonte

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