O músico britânico Jon Lord, co-fundador dos Deep Purple e teclista da banda, morreu aos 71 anos, em Londres, de cancro.
Influenciado pela música clássica, pelos blues e pelo jazz, Lord nasceu em Leicester e começou a tocar em pubs com Ron Wood, futuro guitarrista dos Rolling Stones, tendo sido também músico de estúdio e gravado com os Kinks ou os Nazareth.
Em 1968, formou os Deep Purple, depois do seu encontro com o guitarrista Richie Blackmore. O grupo incluía ainda o cantor Ian Gillan, o baterista Ian Paice e o baixista Roger Glover. Entre as canções mais conhecidas dos Deep Purple estão 'Smoke on the Water' ou 'Highway Star', onde se destacam o som forte do órgão Hammond do teclista.
Jon Lord continuou paralelamente a compor obras de recorte mais clássico e depois da dissolução dos Deep Purple, em 1976, formou os Paice, Ashton and Lord e tocou em seguida com os Whitesnake, tendo também assinado dois álbuns a solo. Os Deep Purple voltaram a formar-se em 1984 e dar concertos, e Jon Lord a gravar álbuns mais virados para os blues e a música clássica, tendo também composto várias peças de câmara e orquestrais. Em 2002, abandonou definitivamente os Deep Purple.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Jon Lord morre aos 71 anos
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Morreu Robin Gibb aos 62 anos
Robin Gibb nasceu em Manchester, Inglaterra, em 1949, gémeo de Maurice. A família mudou-se para a Austrália a foi aí que, ao lado do irmão mais velho, Barry, Robin e Maurice formaram os Bee Gees.
Embora nunca tenham tido grande êxito na Austrália, assim que voltaram a Inglaterra os três irmãos viriam a ter um sucesso extraordinário, sobretudo a partir da década de 70, em que encantavam as plateias femininas com as suas vozes de falseto.
Canções como 'How Deep is Your Love' ou 'Staying Alive' eram ouvidos em todo o lado.
O êxito dos Bee Gees só começou a esmorecer em meados da década de 80 e o seu último disco saiu em 2001. Dois anos depois, morria o gémeo Maurice, de complicações no intestino.
Era o fim dos Bee Gees, que só voltaram a reunir-se episodicamente, em concertos como convidados especiais e em programas de televisão.
Robin continuou a trabalhar como compositor e um dos seus últimos trabalhos foi o 'Requiem do Titanic', obra que assinala os cem anos do transatlântico e que estreou no dia 10 de Abril passado em Londres, interpretado pela Royal Philharmonic Orchestra.
Já doente, Robin Gibb não pôde estar presente. Há dois anos que lutava contra a doença, mas depois de uma recuperação que os médicos considervam 'miraculosa', o cancro voltou a reincidir.