"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Mulheres chamadas de ‘gordas’ em factura de restaurante

Um grupo de mulheres americanas não quis acreditar quando veio a conta, depois de um jantar no restaurante Chilly D’ em Stockton, na Califórnia. Não tanto pelo preço mas pela indicação no recibo da mesa em que comeram.
Na verdade, o recibo trazia a informação ‘Fat girls’ (‘raparigas gordas’) o que chocou as clientes.  “Recebi a conta, olhei para ela e pensei ‘Por que é que este recibo diz raparigas gordas?’”, disse Christine Duran à ‘ABC News’ sobre o jantar ocorrido na quinta-feira.

A culpa do insulto terá sido empregado de mesa, identificado pelas três clientes por ‘Jeff’, que terá inscrito ‘Fat girls’ no código da caixa e depois não o apagou na hora de entregar a conta final.

As mulheres recusaram-se a pagar a refeição, mesmo depois da gerência dizer que dava 50 por cento de desconto na conta. 

A proprietária do restaurante, que pertence ao complexo Cameo Casino Restaurant, reagiu depois ao sucedido na conta do Facebook do espaço. Maggie Lewis escreveu que o que se passou é “intolerável”.

Não se sabe se o empregado de mesa acabou despedido, mas a gerência garantiu que “tudo será feito para ser certo que isto nunca mais volta a acontecer”.

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Das duas uma: ou elas são gordas, e o talão está correcto, ou elas não são gordas, e como tal o talão não lhes deveria ofender.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Enfermeira de MG emagrece 41 kg após desistir de cirurgia e remédios

Duro revés para quem promove a teoria "gordelicias".

Fonte

Após anos de tentativas frustradas para emagrecer, que incluíram moderadores de apetite, consultas a nutricionistas, endocrinologistas, psicólogos, médicos ortomoleculares e terapias holísticas, além de exames para fazer uma cirurgia de redução de estômago, a enfermeira Beatriz Quirino, de 22 anos, eliminou 41 kg com reeducação alimentar e exercícios físicos.

“Meus pais sempre foram contra a operação bariátrica, pois conheciam casos de pessoas que tiveram depressão, passavam mal ou vomitavam ao comer. Quem faz tem muita coragem e merece respeito, mas, sem o apoio da minha família, não tive coragem”, conta a mineira de Belo Horizonte.

Beatriz antes e depois (Foto: Arquivo pessoal)
Imagem à esquerda mostra Beatriz em junho de 2010, com 99 kg - depois ela ainda ganhou 7 kg - e em janeiro deste ano, com 65 kg, após 6 meses de reeducação alimentar e exercícios (Foto: Arquivo pessoal)

Foi no mesmo mês, em agosto de 2011, que Beatriz aproveitou que uma tia tinha marcado consulta com uma nutróloga, mas não poderia ir, e foi no lugar dela. No entanto, ela não acreditava que conseguiria sair do patamar dos 106 kg.

"Lá, fiz um exame chamado bioimpedância, que mediu a quantidade de ossos, músculos, gordura e água no meu corpo. Tinha 58% de gordura. A conversa durou uma hora e meia e quis 'estrangular' a médica, por tanto terrorismo sobre os malefícios da obesidade”, lembra. Atualmente, seu percentual de gordura está em 39,5%, e quer chegar aos 30% – o normal é entre 18% e 28%.

A nutróloga recomendou um programa alimentar que previa refeições menores e mais frequentes, muitas fibras, água e caminhadas leves. Foi então que a enfermeira trocou os biscoitos recheados, salgadinhos, refrigerante e fast food por frutas, iogurtes, barrinhas de cereais e legumes como brócolis, couve-flor, abóbora e cenoura no vapor, já que não gosta de salada.

“Também diminuí a carne vermelha de sete para uma vez por semana e aumentei a ingestão de água de 200 ml para 1,5 litro por dia. A acne sumiu da minha pele, e o intestino que era preguiçoso e funcionava uma vez por semana, muitas vezes à base de laxante, hoje está bem regulado”, compara Beatriz.

Para se manter na linha, a mineira comprou uma bolsa térmica onde coloca tudo o que vai comer durante o período em que estiver fora de casa. Além disso, programa o celular para despertar a cada 2h, para não ficar com a barriga vazia nem sentir fome demais.

Caminhadas e academia
Nos primeiros cinco meses de mudança de hábitos, Beatriz fez apenas um controle alimentar, pois cumpria um plantão de 12h por dia no trabalho e, à noite, estudava para um concurso público. A atividade física, então, ficava restrita a caminhadas de 40 minutos aos finais de semana, em uma praça perto de casa.

Passada essa fase, em janeiro a enfermeira se matriculou na academia, aonde vai de segunda a sexta, durante 1h, e faz exercícios aeróbicos e musculação.

“A diferença de um mês para cá foi gigante. Ganhei fôlego, resistência e posso subir uma escada ou ladeira sem cansar”, diz.

Beatriz carnaval (Foto: Arquivo pessoal)
Beatriz realizou um sonho e cortou o cabelo neste
carnaval, após perder 41 kg (Foto: Arquivo pessoal)

Roupas, cabelo e até o pé menores
Ao chegar aos 65 kg em 1,60 m de altura, Beatriz encurtou as roupas e os cabelos, um sonho antigo.

“Sempre quis ter cabelo curto, mas tinha medo de ficar com o rosto muito redondo”, ressalta.

Os vestidos também perderam pano no comprimento e nas laterais: “Antes, eu só usava batas e coisas largas. Passei de uma calça 54 para 42 e de uma blusa GGG para M. Até meu pé diminuiu, porque era inchado. Mudei do número 38 para o 37”, revela.

A enfermeira doou todo o guarda-roupa antigo para instituições de caridade e ainda está comprando peças novas. Vai esperar renovar por completo quando perder mais 5 kg – seu objetivo final.

O único senão da perda de peso foi a flacidez nos braços, abdômen, mamas e parte interna da coxa, que Beatriz pretende um dia corrigir com cirurgia plástica.

Vida nova
A reeducação da enfermeira mudou por completo a forma como ela vê os alimentos. “Sempre idolatrei a comida, achava a coisa mais gostosa do mundo. Minhas recompensas por notas boas na escola ou favores aos meus pais sempre eram com isso”, conta.

Ela agora não perde mais oportunidades como acontecia na infância e na adolescência, como a vez em que deixou de ir a uma viagem com a turma do ensino médio por vergonha de usar roupa de banho.

Além da transformação física, as pessoas perceberam uma melhora no humor de Beatriz. “Estou mais tranquila, engraçada. Sempre fui extrovertida, mas sentia vergonha de me aproximar de pessoas estranhas. Ganhei autoconfiança”, destaca.

Beatriz antes e depois 2 (Foto: Arquivo pessoal)
Beatriz e Wander juntos em agosto de 2011e, à direita, na virada do ano (Foto: Arquivo pessoal)

O sentimento de inferioridade e desvantagem em relação aos outros acabou, e o apoio da família e do namorado, Wander – que está com Beatriz há dois anos e meio –, foi fundamental nesse processo.

“Todo obeso é uma bomba prestes a explodir. Meu pai é hipertenso, meu avô diabético e há vários casos de problema de peso na minha família. Hoje, tenho orgulho das minhas fotos e quero incentivar todos gordinhos do Brasil a saber que sempre tem uma saída. Apesar de podermos ser lindos independentemente do peso, a saúde tem que estar em primeiro lugar”.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Encontrado anel com diamantes numa cenoura 16 anos depois

A sueca Lena Pahlsson não quer acreditar no que lhe aconteceu: tendo perdido um anel de ouro com diamantes há 16 anos na sua cozinha, encontrou-o agora enfiado numa cenoura que lhe nasceu no quintal de casa.

A mulher, residente em Dalarna, no centro da Suécia, já tinha desistido de encontrar o anel, depois de buscas incessantes pela sua residência feitas por ela e pelo marido.



No entanto, ao colher as cenouras do período do Natal no seu quintal deparou-se com o anel preso num dos vegetais.

O marido contou ao ‘Daily Mail’ como decorreu a descoberta: “A nossa filha Anna estava em casa na altura e ouviu um grito da mãe no jardim.” Depois de pensar que Lena se tinha sentido mal, Anna acabou por perceber que o grito era de espanto.

Para o casal, o anel pode ter sido ingerido por um dos cordeiros que possuem e que costumam ser alimentados junto à cozinha, tendo depois ficado enterrado no quintal.

O anel de casamento, desaparecido desde 1995, só trouxe um dissabor à sua proprietária: já não lhe cabe no dedo devido ao aumento de peso de Lena Pahlsson. A jóia, garante a família, foi agora guardada “num local seguro”.

Fonte

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Eis aqui o novo "local seguro":

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