domingo, 15 de julho de 2012
sábado, 3 de março de 2012
UE: mulheres ganham em média menos 16,4% do que os homens
Afirmar que há "descriminação" é uma mentira de todo o tamanho e é fácil de ver isso: se as empresas pudessem pagar MENOS por quem faz o MESMO trabalho, as empresas terminariam os contratos que têm com os homens, e contratavam só mulheres. Deste modo reduziam a folha salarial e mantinham o rendimento. Mas quem é que no seu perfeito juízo acredita que patrão algum alguma vez faria isso?
Isso é porque toda a gente sabe que os homens, em média (não em absoluto) são mais produtivos que as mulheres. Pessoalmente, eu acho que isto deve à biologia de cada um e não à inteligência ou vontade de trabalhar. Quer se queira quer não, quase todos os empregos esgotam-nos fisicamente e nessa área, os homens são mais resistentes.
O pior exemplo vem da Estónia, onde as mulheres ganham menos 27,6 por cento do que os homens, e o melhor da Polónia, com uma diferença de 1,9 por cento, segundo dados da Comissão Europeia no Dia Europeu da Igualdade Salarial.
“O Dia Europeu da Igualdade Salarial chama a atenção para os dias e horas que as mulheres têm estado a trabalhar ‘de graça’ desde 01 de Janeiro. O princípio do salário igual para trabalho igual está consagrado nos Tratados da UE desde 1957. É mais do que altura de ser posto em prática em todo o lado”, disse a Vice-Presidente da Comissão e Comissária da Justiça Viviane Reding.
A comissão destaca, no entanto, que Portugal é um dos Estados-membros - a par da Bulgária, França, Letónia, Hungria e Roménia – onde as disparidades salariais estão a aumentar.
As disparidades hoje divulgadas são calculadas com base em dados de 2010 do gabinete de estatísticas da União Europeia, Eurostat.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Metade dos bebés ficam com os pais e não em creches
Em 21 dos 27 Estados-membros da UE, mais de 40 por cento das crianças abaixo dos três anos estão a cargo exclusivamente dos pais, com a Hungria a registar a percentagem mais elevada: mais de 70 por cento.
O EIGE (www.eige.europa.eu) lembra, no relatório sobre conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional divulgado esta semana e elaborado a pedido da presidência dinamarquesa da UE, que os líderes do Conselho Europeu acordaram, na cimeira de Barcelona, em 2002, que os Estados-membros da UE deviam fazer tudo para garantir, em 2010, o acesso a serviços de apoio à infância de pelo menos 33 por cento das crianças com menos de três anos.
Ora, em 2009, apenas nove países o garantiam, entre os quais Portugal - os outros eram Bélgica, Dinamarca, França, Reino Unido, Luxemburgo, Espanha, Suécia e Holanda.
No outro extremo, nove Estados-membros só garantiam o acesso a esses serviços a menos de dez por cento das crianças daquela faixa etária - Áustria, Bulgária, República Checa, Hungria, Lituânia, Malta, Polónia, Roménia e Eslováquia.
O EIGE, agência da Comissão Europeia com sede em Vilnius, capital da Lituânia, sublinha que a disponibilidade nos equipamentos oficiais de apoio à infância para o grupo das crianças com menos de três anos é "crucial para a reconciliação da vida pessoal, familiar e profissional", particularmente para as mulheres "expostas a riscos mais elevados durante a reintegração no trabalho após a maternidade".
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Pura estupidez. Este tipo de "preocupação" nem sequer leva em conta que muitas mães ESCOLHEM ficar a tomar conta dos seus filhos, em vez de abandoná-las em creches. Da forma como as coisas estão hoje em dia, as mulheres quase que são obrigadas a trabalhar fora de casa, quando em tempos passados elas tinham a escolha de trabalhar ou não trabalhar.
Mais uma vez se vê que aquilo que o feminismo prometeu ser "libertador", na verdade colocou as mulheres numa prisão.