"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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domingo, 15 de julho de 2012

Como a sociedade reage à violência feminina

sábado, 3 de março de 2012

UE: mulheres ganham em média menos 16,4% do que os homens

Regra geral, as mulheres ganham menos do que os homens porque 1) escolhem empregos com remunerações mais baixas, 2) trabalham menos horas (filhos, etc), 3) são menos produtivas.

Afirmar que há "descriminação" é uma mentira de todo o tamanho e é fácil de ver isso: se as empresas pudessem pagar MENOS por quem faz o MESMO trabalho, as empresas terminariam os contratos que têm com os homens, e contratavam só mulheres. Deste modo reduziam a folha salarial e mantinham o rendimento. Mas quem é que no seu perfeito juízo acredita que patrão algum alguma vez faria isso?

Isso é porque toda a gente sabe que os homens, em média (não em absoluto) são mais produtivos que as mulheres. Pessoalmente, eu acho que isto deve à biologia de cada um e não à inteligência ou vontade de trabalhar. Quer se queira quer não, quase todos os empregos esgotam-nos fisicamente e nessa área, os homens são mais resistentes.


As mulheres na União Europeia (UE) ganham, em média 16,4 por cento menos do que os homens, apresentando Portugal uma diferença salarial de 12,8 por cento, segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia, em Bruxelas.

O pior exemplo vem da Estónia, onde as mulheres ganham menos 27,6 por cento do que os homens, e o melhor da Polónia, com uma diferença de 1,9 por cento, segundo dados da Comissão Europeia no Dia Europeu da Igualdade Salarial.

O Dia Europeu da Igualdade Salarial chama a atenção para os dias e horas que as mulheres têm estado a trabalhar ‘de graça’ desde 01 de Janeiro. O princípio do salário igual para trabalho igual está consagrado nos Tratados da UE desde 1957. É mais do que altura de ser posto em prática em todo o lado”, disse a Vice-Presidente da Comissão e Comissária da Justiça Viviane Reding.

A comissão destaca, no entanto, que Portugal é um dos Estados-membros - a par da Bulgária, França, Letónia, Hungria e Roménia – onde as disparidades salariais estão a aumentar.

As disparidades hoje divulgadas são calculadas com base em dados de 2010 do gabinete de estatísticas da União Europeia, Eurostat.

Diário Digital com Lusa

domingo, 8 de janeiro de 2012

Metade dos bebés ficam com os pais e não em creches

Metade das crianças abaixo dos três anos que vivem na União Europeia (UE) ficam com os pais e não em creches, ou noutros serviços de apoio à infância, conclui um relatório do Instituto Europeu da Igualdade de Género (EIGE).

Em 21 dos 27 Estados-membros da UE, mais de 40 por cento das crianças abaixo dos três anos estão a cargo exclusivamente dos pais, com a Hungria a registar a percentagem mais elevada: mais de 70 por cento.

O EIGE (www.eige.europa.eu) lembra, no relatório sobre conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional divulgado esta semana e elaborado a pedido da presidência dinamarquesa da UE, que os líderes do Conselho Europeu acordaram, na cimeira de Barcelona, em 2002, que os Estados-membros da UE deviam fazer tudo para garantir, em 2010, o acesso a serviços de apoio à infância de pelo menos 33 por cento das crianças com menos de três anos.

Ora, em 2009, apenas nove países o garantiam, entre os quais Portugal - os outros eram Bélgica, Dinamarca, França, Reino Unido, Luxemburgo, Espanha, Suécia e Holanda.

No outro extremo, nove Estados-membros só garantiam o acesso a esses serviços a menos de dez por cento das crianças daquela faixa etária - Áustria, Bulgária, República Checa, Hungria, Lituânia, Malta, Polónia, Roménia e Eslováquia.

O EIGE, agência da Comissão Europeia com sede em Vilnius, capital da Lituânia, sublinha que a disponibilidade nos equipamentos oficiais de apoio à infância para o grupo das crianças com menos de três anos é "crucial para a reconciliação da vida pessoal, familiar e profissional", particularmente para as mulheres "expostas a riscos mais elevados durante a reintegração no trabalho após a maternidade".

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Pura estupidez. Este tipo de "preocupação" nem sequer leva em conta que muitas mães ESCOLHEM ficar a tomar conta dos seus filhos, em vez de abandoná-las em creches. Da forma como as coisas estão hoje em dia, as mulheres quase que são obrigadas a trabalhar fora de casa, quando em tempos passados elas tinham a escolha de trabalhar ou não trabalhar.

Mais uma vez se vê que aquilo que o feminismo prometeu ser "libertador", na verdade colocou as mulheres numa prisão.

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