"O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna. O mesmo surgiu por volta de 59 a.C. a partir do desejo de Júlio César de informar a população sobre factos sociais e políticos ocorridos no império - como campanhas militares, julgamentos e execuções."
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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Udinese vai cuidar da irmã de Morosini

Morosini em 2009 na selecção italiana sub-21:

A morte de Piermario Morosini, jogador do Livorno, deixou a irmã Maria Carla Morosini sem ninguém. O caso está a gerar uma onda de solidariedade em Itália, encabeçada pela Udinese, que já garantiu que vai cuidar da irmã do futebolista que morreu no sábado.

Sabemos da situação da irmã dele e nós, como equipa, como clube, e a ‘Udinese pela Vida’ [um projecto de solidariedade], decidimos ajudá-la, porque ela realmente necessita”, disse Antonio Di Natale, capitão da Udinese, clube em que Morosini jogou e que ainda detinha uma parte do seu passe.

É essencial ficar ao lado da irmã de Piermario pelo resto da vida dela. Ela precisa de nós e queremos ajudar, por ela e pelo Mario”, acrescentou Di Natale, em declarações à televisão da Udinese.

Maria Carla Morosini, que padece de uma deficiência mental e vive numa residência médica em Bergamo, é a única sobrevivente de uma família marcada pela tragédia.

Quando Piermario Morosini tinha 15 anos, a mãe morreu. Dois anos depois, o pai também perdeu a vida e um irmão, também portador de deficiência, suicidou-se.

Agora, depois da morte em campo do irmão, Maria Carla ficou sozinha, embora a onda de solidariedade esteja a crescer.

Segundo a “La Gazzetta dello Sport”, o presidente do Livorno também está a ponderar atribuir-lhe uma pensão anual e a Federação Italiana de Futebol está a estudar uma forma de a ajudar.

A Udinese, entretanto, já criou uma conta bancária para recolher donativos.

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quarta-feira, 28 de março de 2012

Surdo com computador cheio de imagens de sexo envolvendo bebés "condenado" com pena suspensa

Guardava no computador centenas de imagens e vídeos sexuais que envolviam bebés, com poucos meses, e colocava-as no seu perfil da rede social Hi5 para trocar com outras pessoas.

O homem, surdo e de 35 anos, foi ontem condenado, pelo Tribunal da Maia, a quatro anos de prisão suspensos por igual período. O colectivo de juízes teve em conta o facto de o arguido não ter participado na execução das fotografias. O pedófilo, que estava em preventiva, será agora restituído à liberdade.

"Esta é uma situação muito grave. O tribunal teve em conta a sua deficiência, mas isso não é desculpa para o crime. Dou-lhe um conselho: aproveite esta oportunidade que o tribunal lhe está a dar", disse o presidente do colectivo.

O homem foi detido em Julho do ano passado. As fotos apreendidas pela PJ eram de extrema violência: rapazes e raparigas, muitos ainda bebés, em cenas de sexo com adultos. "Há muitas coisas interessantes para fazer no computador. Se praticar algum crime durante estes quatro anos vai ter de cumprir toda a pena", disse o juiz.

Durante o julgamento, o electricista, que foi sempre acompanhado por um intérprete e estava acusado de um crime de pornografia infantil, confessou que tinha a página na internet e que comprava e vendia as imagens. Contou, também, que um dia quis deixar de trocar os vídeos e que foi ameaçado de morte por um cibernauta inglês e teve medo. "Neste caso nunca houve dúvidas, pois as imagens falam por si", concluiu o o juiz.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Viola deficiente na cama da mãe

O atraso mental de que ‘Ana’, nome fictício, sofria, levou-a a acreditar que o companheiro da mãe, de 51 anos, também era seu namorado. A jovem, de 15 anos, não estranhava, por isso, os "carinhos" que o homem lhe pedia.

O caso foi denunciado por uma psicóloga da instituição que a jovem frequentava, em Braga, a quem ‘Ana’ contou o relacionamento íntimo que mantinha com o padrasto. O homem, alcoólico, está a ser julgado no tribunal de Braga por abusos sexuais.

‘Ana’ dormia na mesma cama que o casal e era abusada na presença da própria mãe, que não se apercebia de nada por estar sob efeito de calmantes. Os factos aconteceram durante dois anos, entre 2008 e 2010, na casa onde a jovem, deficiente mental, vivia com a mãe e o padrasto.

O julgamento está a decorrer, à porta fechada, no Tribunal de Braga. Na primeira sessão, o arguido confessou os abusos ao tribunal, argumentando que isso só acontecia quando bebia demais.

O juiz também ouviu a mãe da menor, que afirmou nunca se ter apercebido dos abusos.

O julgamento prossegue a 3 de Novembro. Para já, o tribunal pediu um exame psiquiátrico à jovem e à sua mãe, para apurar o grau de incapacidade de cada uma.

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